Críticas Show “Monofoliar”

Fotografia: @Giulia Medeiros (Cajú)

 

SITE: CIRCUITO MATO GROSSO

COMENTÁRIOS NA SAÍDA
Show ”Monofoliar” da cantora e compositora Estela Ceregatti .
 
A cantora e compositora Estela Ceregatti apresentou seu primeiro show autoral no teatro do SESC Arsenal  com a produção da própria artista em parceria com a Dona Tatu produções artísticas. O show “Monofoliar” lotou o teatro com público e talento. Ouvimos talentosa pesquisa musical, vimos uma timidez de palco carismática e alguns momentos de descontração. Ceregatti como compositora  trouxe  a esperança de formação de mercado fino para Cuiabá, afiada pesquisa, finas letras em canções sedutoras. Como intérprete há um paradoxo atraente, seriedade e eficácia no domínio da voz e uma movimentação de palco quase doméstica, quase divertida, seus agradecimentos despencavam o ritmo da apresentação, mas não sacrificaram a noite. O talento dos músicos Jhon Stuart (Piano e Baixo Acústico) Daniel Baier (Vibrafone e percussão múltipla) Juliane Grisólia (Percussão múltipla, violão e Voz), Tarcísio Sobreira (Bateria e Vibrafone e Glockenspiel) elevaram o espetáculo para uma experiência musical redonda, surpreendentemente cheia de detalhes. Às vezes senti que o volume de alguns cobria a voz de Ceregatti, às vezes quis canções mais curtas, houve excesso em alguns volumes e duração, mas tudo dentro de uma escala nobre.   Como intérprete, esse debut me  lembrou Olívia Byington, Tetê Spindola; me lembrou forte autoria delicada, com sofisticação  marcada e cara de improviso.  O Maestro Fabrício Carvalho, entre um aplauso e outro, comentou a grandiosidade de tamanha virtude: ESTELA NAO CABE EM SI.
E a cantora Vera Capilé arrematou: TALENTOSA, CRIATIVA, CULTA, SENSÍVEL!
Aplausos.

Por: Luiz Marchetti

Confira crítica no site do CIRCUITO MATO GROSSO:

 http://www.circuitomt.com.br/impresso/caderno_dois/68

 

 

SITE: MEU PALCO

O show ‘Monofoliar’ de Estela Ceregatti de sábado e domingo passados deixou o público extasiado. Produzir som com tal expressão penetrante e alento nos conforta. Sensação de ser reconhecido, de se identificar ali naquela arte enquanto expressada, apresentada. O show foi todo pontuado de surpresas. Sempre partindo de uma simplicidade para resultar numa composta essência emotiva.
Mas quero destacar do trabalho a palavra DISCIPLINA. Caminho pelo qual devemos seguir para cumprir objetivos e metas com sucesso, como foi o resultado desta produção.
Aguarde o próximo.

Por: Osvaldo Tancredo

Confira crítica no Site MEU PALCO:

http://www.meupalco.com.br/2011/03/arte-pela-arte-reverencia-do-som-com.html

 

Agradeço imensamente as palavras! O olhar de vocês é muito especial e certamente as críticas são muito construtivas, aprendo sempre!  Já me preparo para uma próxima apresentação; Espero revê-los.

Abraço musical,

Estela Ceregatti.

 

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Show “MONOFOLIAR”

SHOW “MONOFOLIAR”

ESTELA CEREGATTI

 

DIAS: 12 E 13 DE MARÇO

HORÁRIO: ÀS 20hs

LOCAL: TEATRO DO SESC ARSENAL

 

O show “Monofoliar” revela a trajetória musical da cantora, percurso este evidenciado no seu primeiro trabalho solo, resultado de anos dedicação à música autoral. O show expressa uma música que apesar de ser do mundo e de se entrelaçar a variadas vertentes e músicos, nasce do espaço solitário de criação do compositor. Neste sentido a artista revela-nos facetas curiosas de sua imaginação através de uma seleção bastante peculiar de suas músicas; Suas composições não retratam um gênero ou outro, mas são mono por sintetizarem as percepções sonoras da artista sobre o mundo ao seu redor. Estela salienta o sentido da palavra atrelado a texturas e atípicos timbres musicais e reinventa sua voz na concepção puramente instrumental. Na despretensão de alcançar o alcançável a artista irrompe a si mesma através das sonoridades de seu corpo e o todo – ínfimo – Monofoliar.

Além da própria Estela Ceregatti  que no show canta, toca violão e percussão, a artista terá o prazer de dividir o palco com os músicos: Jhon Stuart (Piano e Baixo Acústico) Daniel Baier (Vibrafone e percussão múltipla) Juliane Grisólia (Percussão múltipla, violão e Voz), Tarcísio Sobreira (Bateria e Vibrafone e Glockenspiel).

 

Produção Parceria de: Estela Ceregatti e Dona Tatu donatatuproducao@gmail.com

Arte Gráfica: Fabricio Barbosa (Chabô) – fabriciochabo@gmail.com

Fotografia Arte Gráfica: Rosano Mauro – rosano_mauro@hotmail.com

 Vídeo Convite: Juliana Segóvia e Estela Ceregatti – ju_segovia@hotmail.com

 



Rara.

Esta é menos encontrada que as outras, ele disse;  se parece com as orquídeas ao redor, mas  repare bem na diferença. Os rizomas que a sustentam são fortemente atrelados a uma haste solitária, como se vivesse no mundo pueril das crianças ou no movimento recluso do homem criativo. Sua flor é música colhida do sol, terra e solidão para que seja doada à eternidade alçada ao vôo infindo das abelhas polinizadoras.

Eis o sentido “Monofoliar” da existência artística natural.

                                                                                                                        Estela C.

so we sing.

 

Como outrora, a vida segue cheia de botões escondidos e de tão poucas pessoas a espiar o nascimento da flor, que toda vez me lembro da cena esperançosa de um amigo observador de cactos. Ao percebê-los em tão significativo sinal do desabrochar de um botão – revive sua felicidade efêmera.

Não que essa fosse a única opção do vôo tortuosamente reto.

                                                                                                                                                                                          Estela C.

Do vento.

    Ao expirar de um vôo no espaço

    cansado veloz  em frêmito passo

    sou terna os pratos de aço

    franca – por puro descaso

    compassada valsa já que apago

    e quando em pulso imaginário

    varo o fundo  a rapa escura

    até que um vão  um outro lado

    meio morto em tom calado

    rompeu vento desvairado!

                                                                                                            Estela Ceregatti

Shows da Virada Cultural UFMT!

  

Apresentação Estela Ceregatti:

 – Show: “Monofoliar”

 – Dia: 11/12 (sábado)

 – às 23hs

 – Palco ao lado do Ginásio Esportivo da UFMT.

 *Com os músicos: Daniel Baier, Juliane Grisólia e Jhon Stuart.

  

  

 Apresentação URUTAU:

 – Show: “Piado Metamorfo”

 – Dia: 11/12 (de sábado para domingo)

 – 1h da manhã

 – Palco ao lado do Ginásio Esportivo da UFMT.

http://www.grupourutau.wordpress.com

Sobre Importâncias

     “Um fotógrafo-artista me disse outra vez: veja que pingo de sol no couro de um lagarto é para nós mais importante do que o sol inteiro no corpo do mar. Falou mais: que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem com barômetros etc. Que a importância de uma coisa há de ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós. Assim o passarinho nas mãos de uma criança é mais importante que a Cordilheira dos Andes. Que um osso é mais importante para o cachorro do que uma pedra de diamante. E um dente de macaco da era terciária é mais importante para os arqueólogos do que a Torre Eifel. (Veja que só um dente de macaco!) Que uma boneca de trapos que abre e fecha os olhinhos azuis nas mãos de uma criança é mais importante para ela do que o Empire State Building. Que o cu de uma formiga é mais importante para o poeta do que uma Usina Nuclear. Sem precisar medir ânus da formiga. Que o canto das águas e das rãs nas pedras é mais importante para os músicos do que os ruídos dos motores da Fórmula 1. Há um desagero em mim de aceitar essas medidas. Porém não sei se isso é um defeito do olho ou da razão. Se é um defeito da alma ou do corpo. Se fizerem algum exame mental em mim por tais julgamentos, vão encontrar que eu gosto mais de conversar sobre restos de comida com as moscas do que com os homens doutos.”

                                                                                                                       Manoel de Barros