Publicação sobre a música que desenvolvo na revista Biografia!
Pessoal, saiu publicação na revista Biografia sobre a arte que concretizo e que não flui apenas de mim. Esta é uma revista que reúne artistas de 60 países, muito interessante! Já têm outros artistas daqui com publicação lá também e acredito que aos poucos vamos ampliando a notoreidade cultural cuiabana! Espero que aos poucos todos nós que fazemos a arte com espírito-alma compartilhemos deste e outros espaços de reconhecimento. Agradeço ao convite de Ivana Schafer, e ao incentivo de todos!
Estela Ceregatti [Compositora, Cantora Instrumentista e Professora Brasileira] | Revista Biografia
http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com/2012/02/estela-ceregatti-compositora-cantora.html
Cultura em Cuiabá clama por existir de fato!
“Vamos precisar de todo mundo
Prá banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
Vamos precisar de muito amor
A felicidade mora ao lado
E quem não é tolo pode ver…
Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Prá melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois…” Beto Guedes.
A coisa tá feia, vamos nos unir para melhorar isso?
Digo a respeito da cultura local, da centralização do “poder”.
Grupo MONOFOLIAR grava pela “IV Mostra SESC de Música”!
As composições “Segundo Quarto” (Estela Ceregatti) e “Madalena” (Jhon Stuart), ambas interpretadas pelo grupo MONOFOLIAR*, foram selecionadas pela IV Mostra SESC de Música de 2011. A seleção lhes rendeu apresentação no teatro do SESC Arsenal em Cuiabá-MT, dividindo o palco com outras sete músicas inéditas de compositores locais. As nove músicas escolhidas passaram por um critério de avaliação baseado em edital aberto para toda a sociedade matogrossense disposta e preparada a concorrer. Além de apresentadas durante a Mostra, as músicas foram gravadas no estudio Fábrika, resultando em um CD que circulará pelo eixo SESC, existente em diversos polos do país.
Esta é uma ótima iniciativa para consolidar o movimento da música no estado, que começa a reverberar a arte dos músicos locais – deixando claro que o SESC atualmente cumpre um papel fundamental para fomentar este cenário.
*Grupo MONOFOLIAR é composto por: Estela Ceregatti, Jhon Stuart e Juliane Grisólia.
VÍDEO MOSTRA – (APRESENTAÇÃO SESC E GRAVAÇÃO) –http://www.youtube.com/watch?v=0vTX4JcXp08
Entrevista com grupo MONOFOLIAR – Folha do Estado
Estela Ceregatti, Jhon Stuart e Juliane Grisólia na 2ª FLIMT!!!
2ª FLIMT – Feira do Livro Indígena de Mato Grosso, conta com programação cultural!
23/11 (quarta-feira) – Estela Ceregatti, Juliane Grisólia e Jhon Stuart (Grupo Monofoliar) – 20:30h.
24/11 (quinta-feira) – Grupo Triêro – 19:30h e Branco Barros – 20:30h
25/11 (sexta-feira) – Duo Cerrado de percussão (Alex Teixeira e Tarcísio Sobreira Jr. – 19:30h e Grup…o Batuquenauá Grupo de Percussão – 20:30h
26/11 – Coral Infanto-juvenil UFMT – 19:30h (Regênica – Adonys Aguiar)
Até lá??? Abraço musical à todos! Vamos compartilhar a música!
http://www.facebook.com/photo.php?v=278148492229972 – Vídeo Convite.
OBSERVATÓRIO MÚSICA DO MATO – Jornalismo Cultural
Há uma crítica centrada na maneira de fazer jornalismo cultural quando este centra-se nos eixos/temas crítica e agenda, porém haveria outras formas de fazer jornalístico a partir de outros parâmetros e talvez nossa proposta de um olhar sobre as políticas públicas que não foque somente no que acontece em termos de agenda, mas seja um espaço de debate político de maneira crítica e com controle social.
Todavia, se temos aqui de maneira ainda tão basal mesmo um jornalismo cultural baseado nesses gêneros (agenda e crítica), como inserir outros olhares e escritas? Talvez seja mesmo propício trazer à tona essa discussão, mas é preciso também atenção a outros gêneros como a crônica, perfil, notas e principalmente a reportagem
A maneira como esta parte da imprensa lidaria (ideal e/ou factualmente) com os fatos culturais concretos (estrutura); com os eventos; e a forma como a imprensa cobre e cobra as políticas públicas para o setor. Aqui cabe uma definição conceitual e apanhado histórico do tema.
03/11 – Discussão conceitual sobre jornalismo cultural
11/11 – Ciclo de debates
18/11 – Ciclo de debates
25/11 – Ciclo de debates
O que você acha? Queremos saber!
As discussões do Observatório Música do Mato, ocorrem toda quinta-feira, as 19:00 horas no centro de difusão musical – CDM, no SESC Arsenal.
Cabeça Ativa – Tema: A MÚSICA CÊNICA. Com Estela Ceregatti
fonte:www.sescmatogrosso.com.br
A estrela de Estela – por Martha Baptista/Diário de Cuiabá
| MONOFOLIAR – www.diariodecuiaba.com.br |
A estrela de Estela
Ela tem só 23, mas já está na estrada há muitos anos. Já é uma artista que brilha, com sua luz própria e talento
Martha Baptista
Da Reportagem
Estela Ceregatti tem 23 anos e, pode apostar, ainda vai voar longe. Compositora, cantora e instrumentista, ela não é uma cara nova no cenário musical mato-grossense, pois já se apresentou com vários grupos, como Os Novos Chorões, Boca de Matilde e Bionne, mas de um ano para cá vem se firmando com um trabalho autoral. Teve, inclusive, uma composição (“Céu Reduto”) incluída no CD “Cirandando” de Vera Capilé, lançado recentemente.
Tudo isso explica a inclusão do show “Monofoliar” na mostra Guaná – Aldeia Sesc de Arte e Cultura. Estela Ceregatti sobe hoje ao palco do teatro do Sesc Arsenal, em companhia dos músicos (e também compositores) Juliane Grisólia (percussão) e Jhon Stuar (contrabaixo e piano) – que são alguns de seus parceiros no grupo Urutau. A proposta do espetáculo é ousada, expressa “a musicalidade dos compositores entrelaçada a influências populares diversas” e é resultado de muita pesquisa, inclusive, usando o mocho, instrumento típico cuiabano.
“Como músicos salientamos a semântica da palavra atrelada a texturas e atípicos timbres de concepção instrumental e na despretensão de alcançar o alcançável, irrompem a si mesmos através das sonoridades de seus corpos e o todo – ínfimo – mono – foliar”, afirma Estela, no texto de apresentação do espetáculo.
ONIPRESENÇA DA MÚSICA
Em resposta a algumas perguntas feitas por email, Estela acabou enviando ao Ilustrado um texto muito revelador da importância da música em sua vida, do qual vamos reproduzir alguns trechos:
“A música está presente em minha vida desde sempre, talvez em algum alcance que ultrapasse esta vida. Cresci em um cerne familiar felizmente sensível. Tios músicos – Ellen e Pio Toledo, mãe psicóloga e pianista, pai professor de artes. Estudei em uma escola cuja arte é a principal matéria, ela é que rege a pedagogia Waldorf, e foi lá também que dei de encontro com o teatro, a culinária, os desenhos de formas, trabalhos manuais, marchetaria, esculturas de argila e a ‘música’ – como ela me chamou atenção! Tudo tinha um toque musical: o deslizar dos pincéis ao pintar uma aquarela, a água escorrendo no barro, as falas ritmadas do teatro ou o canto, puramente, nas aulas de música. (…) Para mim a música nunca está sozinha, mas interligada a outras artes que acabam por fortalecê-la.”
Estela conta que a necessidade da criação artística sempre existiu em sua vida, até que um dia se transformou na vontade de compor: “Aos 14 anos, assim que comecei a aprender a tocar violão, não me bastavam interpretações. Apesar de crer que elas são essenciais para manterem vivas as músicas de outrora, senti fortemente a sensação de querer criar algo no meu instante, talvez algo novo, mas de coração, verdadeiro. Aconteceu que a música na minha vida se tornou meu mais importante alimento para o espírito.”
Ela destaca alguns professores de grande importância para sua formação: Fátima Guedes (RJ), Ellen e Pio Toledo (MT), Roberto Victório (RJ/MT) e Flávia Vieira (RJ/MT). Hoje, Estela trabalha em seu primeiro CD solo e é professora de música no Colégio Brasílis, escola Waldorf, e no Porto Geral – um Ponto de Cultura.
A experiência com outras profissões, durante a época em que morou em Toronto (Canadá) e tocou em restaurantes, bares noturnos e galerias de artes, foi muito enriquecedora, segunda ela. Estela trabalhou como bar tender e fazendo sanduiches num fast food árabe. “Foram experiências duras, mas me trouxeram uma visão de sociedade nunca antes vivenciada. (…) Eu me senti cada vez mais provocada para falar sobre o que vivia, para externar uma enxurrada de pensamentos sobre as pessoas, o mundo, minha visão no anonimato”.
A necessidade de fazer arte ficou ainda mais forte: “Creio que ela possui a grandeza de transformar as coisas para o bem e é por isso que continuo a tecer o som todos os dias pelo infinito fiar das cordas do mundo em microtons. (…) Acredito que é preciso que haja o silêncio revelador de barulhismos para que se possa contemplar o som e perceber as minúcias de um sorriso ou de um crispar de folhas. Sinto que é preciso trazer as pessoas à escuta atenta, pois ela amplia os horizontes da imaginação”. Assim falou Estela…
SERVIÇO
O QUE: show “Monofoliar”
QUANDO: hoje, às 20h
ONDE: Teatro do Sesc Arsenal
QUANTO: entrada franca




